26.4.13

Momentos para não esquecer

Ontem estava com ele ao colo, no meio de abraços e contemplações mútuas ele olha para mim e diz-me: "Pincesa"
Disse-lhe "Meu Príncipe!"
"Vamos fazer um casamento!"
"Ai vamos? Quem é que se vai casar?"
"Tu e eu."
"Ah, vamos ser marido e mulher?"
"SIM! Tu és a marida e eu a muler".

[Amo-te mais do que podes imaginar. E tu já tens bem a noção*]

16.4.13

Haja fé!
Hoje bateu-me forte o medo de não conseguir. Estive angustiada a manhã inteira com o medo de não ser capaz de levar esta empresa para a frente. Às vezes parece que a força se esconde e deixa o medo se instalar.
Esta angústia serviu só, para mais uma vez, reflectir sobre o que se anda a fazer. Arranjar forças para fazer mais e melhor. Não estagnar. Não nos deixarmos vencer por este silêncio de procura.

"Dirige com amor e deixa que ele te guie"
É isso!

9.4.13

Chega de dias cinzentos


Porque este meu cantinho online de escrita já me acompanha há algum tempo e porque a vontade de escrever cresce essencialmente nos dias mais cinzentos, é altura de ganhar coragem e vir contar as coisas boas!
A bricolage está a fazer-se aos bocadinhos. Os fins de semana ganharam nova cor com a quantidade de coisas que há para fazer. E quando não as há, ou fingimos que não há, vamos lá para cima só para olhar melhor para um canto, para ver se surge alternativa à construção. Procuramos sempre novas respostas. Na verdade acho que acreditamos que quanto mais tempo passarmos a pensar na nossa vida assim, mais rápido ela chega.

As coisas boas demoram tempo. Precisam de amadurecer, consolidar, estruturarem-se para que depois corra tudo tão bem que sabe a sonho. Como estes dois últimos anos. Demoraram a chegar, mas ainda bem que assim foi. Vale tanto a pena!

Agora num passe rápido deixando o lado sentimental e relacional para o lado profissional, há bocadinho dei por mim a ver um vídeo TEDx e a imaginar-me lá. A falar para jovens estudantes, a inspirar, a acreditar.
Quem sabe?

Também, há um ano atrás se me dissessem que ia ter uma empresa não acreditava. Ou talvez sim. Um bocadinho...

O ano que passou foi uma montanha russa. Duvidei de tudo e de nada. Atingi a exaustão. Reformulei hipóteses e conheci-me que de outra forma não seria possível. Encontrei-me.

Todos os dias damos mais um passo para lá chegar. A felicidade faz-se caminhando e agora vivo isso. Tal e qual. Nada em vão. Não posso nem quero nem sei parar. E é tão bom ver que quando trabalhamos com amor, projectamos com cuidado e respeito, as coisas acabam por acontecer.

A empresa já existe. Os contactos estão a ser feitos. Os laços começam a ser criados para o futuro neles acentar. Sinto que é este o caminho. Não me consigo imaginar daqui a um ano. Mas vou adorar vir a este cantinho ler este post e ver a nova mudança brutal.

Em relação à casa, também existe. Já todos sabem. Todos me recebem tão bem. Tenho imensa vontade de partilhar com os meus pais, de os ver lá a ajudar, a arrastar móveis, a pintar paredes, a pôr a mesa e as cadeiras no sítio, para depois, todos juntos, como uma só família, nos deliciarmos com um jantar vegetariano :)
Quero tanto. E está tão perto!