30.7.11

R.

Li, em tempos, que quando as pessoas desaparecem da nossa vida sem razão aparente, não devemos levar a mal. Foi só porque o nosso propósito com elas terminou - já ensinámos e já aprendemos. O nosso "acordo" chegou ao fim. E se umas vão, outras chegam para nós.
A nossa ausência já não me dói.
Defendo-nos com unhas e dentes porque o que fomos valeu demasiado.
Valeu uma parte do que sou. Valeu-me o "título" da menina dos afectos. Valeu a importância que dou à amizade.
Não sei se sabes a gratidão que trago. Não sei se sabes a alegria que me deste por te teres lembrado.
Fico à espera do abraço com sabor original, R.

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