5.5.10

quer-me saltar da boca um grande agradecimento.
a vida cheia, tão cheia que tenho. a assertividade que me tem acompanhado há já algum tempo e que só ontem me lembrei de como me faz ser feliz e transparente comigo e com os outros.
as pessoas tão queridas que tenho à volta, e que tantas vezes me esqueço, ou fica difícil de sentir tão claramente.
as pessoas que vão entrando e saindo na minha vida, ou que maioritariamente entram e não saem, porque eu não deixo e porque eu não quero. porque eu gosto de viver o presente, mas também gosto, e muito, de olhar para o passado e valorizar tudo pelo que passei e tudo o que senti. até tudo o que chorei. não gosto que as pessoas se vão. mas também não gosto que fiquem sem querer.
agradecer a sensibilidade que alguém me deu, para olhar para as coisas e ver sempre alguma coisa bonita, algum detalhe que merece atenção.
o coração gigante que sei que tenho e que sinto sempre que tenho as pessoas queridas à volta. acho que o coração chega mesmo a sair do peito, pela boca, pelos braços; a abraçar e a tocar tudo e todos.
(às vezes sinto coisas destas e tenho de as desabafar como um vómito. e gosto assim)

acho que era isto. já saltou!

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