Dia 01/01/2014:
> Um lanche tardio com scones feitos por mim.
> Um colo maravilhoso que dei ao Afonsinho. Encostar a minha bochecha à testa dele. Senti-lo quentinho naquele abraço que é nosso.
Dia 02/01/2014:
> Lx factory - conversa agradável num café muito agradável - "toma lá que já levaste" e ainda me sentei no baloiço à janela.
> Rumo à baixa lisboeta e a vontade de comer um crepe. Royalle, um pátio maravilhoso, um crepe delicioso e pequeno, a melhor companhia da minha vida.
> Saldos e confusões, demasiado barulho, demasiado pó, demasiada gente. Umas calças alegres, suaves e confortáveis.
> Um noori de salmão flamejado com queijo creme, os meus olhos a fecharem só para melhor degustar. Adoro sushi e bendito o dia em que o G. me deu a conhecer esta maravilha gastronómica.
> Compras para a nossa casa, pela segunda vez. Ir ao supermercado nunca mais vai ser a mesma coisa.
Dia 03/01/2014:
> Trabalho, trabalho.
> Jantar de amigos e ouvir falar de arquitectura.
> Ter a liberdade de me deitar no sofá e dormir enquanto a conversa se desenrolava em torno da nossa mesa.
Dia 04/01/2014:
> Acordar com chuva. Meditar na cama enquanto admirava a força inabalável da natureza, ao som do vento.
> Aproveitar a casa em silêncio.
> Lanchar com a mãe, mana, Salvador e Bernardo. Ver o sorriso do meu príncipe e sentir as saudades, minhas e dele. Não o querer largar. Meu amor maior.
> Filmar a Shisuka e decidir que iria fazer-lhe um blog. Partilhar os melhores momentos, dar-lhe voz, exteriorizar os pensamentos que tenho que ela terá em relação a nós. "Onde está a Amélia?"
Dia 05/01/2014:
> Comprar pão na padaria da aldeia pela primeira vez. Levar pão centeio e de milho para a nossa casa.
> Pequeno almoço tranquilo e cheio de felicidade.
> Começar a ler o livro do Chakall à mesa e levá-lo para o sofá. Ser transportada através daquelas palavras e daquelas imagens.
> Apanhar areia na praia para encher os nossos chouriços.
> Fazer panquecas para a sobremesa de amigos. Ficarmos horas à mesa a conversar. Continuar as conversas sérias no sofá. Sentir tanto amor que temos uns pelos outros e ver-nos crescer, juntos.
> Jantar com o G. em casa da minha mãe. Sentir o que é ir a casa dos pais jantar e voltar para a nossa casa.
Que eu faça de todos os dias, dias cheios de histórias para contar. Plenos de consciência, de alegria e de amor.
Sem comentários:
Enviar um comentário